Que tal ser dono de um Shopping por R$201,75?

 

Produzido originalmente para o jornal Tribuna de Minas.

     Sem dúvida, um dos maiores sonhos dos brasileiros é comprar sua casa própria. Há até um ditado popular que diz que “quem casa, quer casa”. A ideia de sair do aluguel, de parar de pagar aquele boleto todo mês de algo que nunca será seu, além de passar a ter aquele dinheiro extra sobrando todo mês, é mesmo muito tentadora. Mas será que o sonho não pode se tornar um pesadelo?

     Segundo dados da Caixa Econômica Federal, mais de 70 mil imóveis financiados foram tomados para serem leiloados desde 2014, e esse número vem aumentando. Até metade de 2018, o número de imóveis leiloados pela Caixa já é de 4,9 mil, mesma quantidade realizada em todo o ano de 2016. O que muitas pessoas não sabem é que, quando você compra um imóvel financiado, aquele imóvel ainda não é seu. Mesmo que você já tenha dado a entrada e pago anos de financiamento, se 3 parcelas forem atrasadas, os bancos já colocam o imóvel a venda. Imagine agora tudo o que pode acontecer durante um financiamento de 30 anos, a chance de a pessoa ficar desempregada, de perder renda, mesmo que seja por pouco tempo, e atrasar algumas parcelas no meio desse caminho. Considerável o risco, certo?

     Mas o que dizer a alguém que queira comprar um imóvel para ter uma renda extra no futuro com o aluguel?

    Para isso, existem produtos como os Fundos Imobiliários. O maior fundo de Shopping do Brasil, o CSHG Brasil Shopping FII, possui 8 Shoppings localizados em 7 cidades, com mais de 1800 contratos com lojistas, localizados no centro-oeste, sudeste e sul do país, além de ter distribuído mais de R$ 74 milhões para seus donos nos últimos 12 meses. E o melhor: qualquer pessoa pode se tornar sócio desses shoppings, sem ter que lidar com inquilino e com cerca de apenas R$ 200. Sim, é isso mesmo: não é necessário ser milionário para ter shoppings. Nos últimos 12 meses, um fundo como esse rendeu 62,60% a mais que a poupança, o que o torna um investimento muito mais atrativo em termos de retorno e risco, pois não há registro de confisco de qualquer espécie de propriedade privada na história recente (o que também inclui as ações de empresas) – diferente da poupança, confiscada nos idos da década de 90.

     Para investir em produtos desse tipo, é preciso que o brasileiro saia do hábito de procurar o sistema bancário para tomar dinheiro emprestado (função dos bancos) e também para emprestar dinheiro. Para essa segunda função, uma opção muito melhor são as corretoras e assessores de investimentos, que atualmente existem em quase todas as cidades e não cobram pela assessoria prestada. Isso mesmo: também não há custo na obtenção de informação financeira de qualidade. Como em quase tudo, o que falta é informação. Para todo o resto, há bons negócios.

 

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November 12, 2019

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